As piores invenções do mundo segundo a revista Time


Farmville e Foursquare estão entre as piores coisas que o homem criou

A revista Time escolheu as 50 piores invenções da humanidade. Entre gordura hidrogenada e novo sabor de Coca Cola, selecionamos algumas abaixo. As criações não seguem nenhuma ordem. Concorda com as escolhas? Quais inventos ficaram faltando na lista? Comente!

Editora Globo

Clipe do Word
Desde que foi lançado em 1997 pela Microsoft, o Clippy nunca mais calou a boca. A ideia era que ele fosse um assistente para realizar tarefas na edição de texto. Mas, na prática, sabemos que ele mais atrapalha do que ajuda com seus palpites.

Agente laranja
O poderoso herbicida foi usado na Guerra do Vietnã para acabar com a cobertura vegetal da região e revelar milícias escondidas na floresta. Além do efeito catastrófico para a natureza, o agente laranja matou, causou má formação fetal e outros problemas de saúde em centenas de milhares de vietnamitas. Além de atingir alguns soldados americanos.

Editora Globo
Farmville
O game de sucesso criado pelo grupo Zynga, não apresenta os gráficos sensacionais ou a história bem arquitetada de Heavy Rain e outros games. Mesmo assim, a empresa diz que 10% dos norte americanos já perderam seu tempo – e produtividade – cultivando a fazendinha virtual.
Bronzeamento artificial
Não é de hoje que pesquisas mostram que os raios UV tanto artificiais quanto do sol em excesso podem causar câncer de pele. Mesmo assim milhões de pessoas continuam entrando nas câmaras de bronzeamento artificial.
Spray que simula cabelo
É o tipo de produto que só funciona em comerciais de televisão. Com o intuito de cobrir a calvície, o spray só funciona um pouco melhor que um balde de tinta na cabeça, segundo a Time.

Editora  Globo

Foursquare
Não basta colocar o que está fazendo no Twitter ou tudo o que pensa no Facebook, agora você pode dizer onde está. Melhor ainda, o GPS de seu celular faz isso por você. O Foursquare foi lançado em 2009 e de lá para cá contou com cerca de um milhão de usuários, o que não é muito se comparado aos números do Facebook. Mas o número de usuários narcisistas só cresce.

Segway
Deam Kamen, apesar do inventor do veículo ter feito muito barulho para divulgar seu produto em 2001, poucas pessoas aderiram ao transporte. Graças aos materiais caros e a falta de praticidade, o Segway hoje é símbolo de guardas de shoppings e turistas preguiçosos nos Estados Unidos.

fonte:revista galileu
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